Estamos na final! Wisła - Piast 2:1
redakcja
Que emoções foram essas?! Emoções à altura da classificação para a final! Na semifinal da Copa da Polônia Fortuna, o Wisła Kraków derrotou o Piast Gliwice e será ele quem jogará no Estádio Nacional em maio.
Antes mesmo de todos os torcedores se acomodarem em seus assentos, Szymon Sobczak abriu o placar. O Wisła conquistou uma cobrança de falta pelo lado direito do campo. Szot aproveitou muito bem a bola cruzada, que chegou diretamente ao pé do nosso atacante, dando à Biała Gwiazda a vantagem já aos 44 segundos de jogo. A partir daquele momento, o placar mostrava 1 a 0! Os donos da casa tentavam encontrar o ritmo, principalmente por meio de ataques pelas pontas. As situações, porém, eram bem controladas pelos defensores do Wisła, que lidavam com eficiência com as jogadas aéreas.
Por sua vez, a Biała Gwiazda buscava suas oportunidades pelo meio-campo, trocando rapidamente a bola entre seus setores. Assim passou o primeiro quarto de hora de jogo. Pelo lado dos visitantes, o jogador Fabian Piasecki era extremamente ativo. Repetidamente, tentava chegar à área dos donos da casa em arrancadas individuais, mas seus esforços terminavam em fracasso.
A equipe de Cracóvia criava muitas oportunidades em jogadas de bola parada, treinadas de forma perceptível antes desta partida. A primeira jogada perigosa do Piast aconteceu aos 22 minutos. Após manter a posse por um longo período, Pyrka arriscou um forte chute de fora da área, e Raton desviou a bola para escanteio. Era o prenúncio de uma nova fase da partida — uma fase melhor dos jogadores de Gliwice, que, a partir daquele momento, passaram a ter mais posse de bola, principalmente graças à pressão agressiva. Eles chegavam a várias situações perigosas, enquanto o Wisła tentava responder por meio de contra-ataques.
O segundo gol
Aos 37 minutos, os jogadores do Wisła iniciaram um de seus ataques. A bola foi conduzida do meio-campo até a ponta direita, chegando a Jaroch, que se juntava à jogada. Ele decidiu cruzar. A bola, desviada anteriormente, caiu diretamente nos pés de Jesus Alfaro, que, com um chute técnico no segundo poste, não deu chance ao goleiro. Ampliamos a vantagem, e o placar ficou em 2 a 0!
Nos minutos finais do primeiro tempo, o árbitro foi obrigado a interromper o jogo com bastante frequência e, apesar dos dois minutos de acréscimo sem grandes emoções em campo, o primeiro tempo chegou ao fim.
45 minutos longos.
Logo começou o segundo tempo, e os visitantes, visivelmente motivados, partiram em busca da reação. Para o azar dos donos da casa, seus esforços deram resultado rapidamente e, aos 52 minutos, após um escanteio, os jogadores do Piast marcaram o gol que recolocou a equipe na partida — daquele momento em diante, estava 2 a 1.
Os visitantes queriam aproveitar o embalo e, por isso, frequentemente se expunham aos contra-ataques. Em uma dessas situações na área do Wisła, Goku recuperou a bola e correu praticamente por toda a extensão do campo com ela. Antes de poder testar o goleiro adversário, foi parado por um defensor de Gliwice.
Os dois treinadores decidiram fazer as primeiras substituições. Pelo lado de Cracóvia, o herói da jogada anterior, Goku, deixou o campo, sendo substituído por Bregu. Já havia passado uma hora de partida.
A reta final rumo à decisão
A situação em campo ficou bastante equilibrada, e nenhuma das equipes conseguia estabelecer uma vantagem clara. Aos 69 minutos, Baena entrou em campo para reforçar o poder ofensivo. Os jogadores do Piast tentavam com frequência a sorte em chutes de longa distância, mas eram tentativas bastante afastadas do gol.
Aos 73 minutos, o próprio Baena teve uma ótima oportunidade para ampliar o placar. Recebeu um passe inteligente em profundidade de Carbo e ficou cara a cara com Plach. No entanto, com uma defesa instintiva usando as pernas, ele desviou o chute para fora da área.
O técnico Vukovic e seus comandados tinham consciência de que os minutos estavam passando, como confirmava a grande quantidade de escanteios e laterais próximos à área do Wisła. As bolas paradas cobradas por eles podiam causar apreensão entre os torcedores, mas não proporcionavam aos visitantes o tão desejado empate.
Por volta dos 90 minutos, Kacper Duda poderia ter marcado o gol decisivo. A defesa adversária se atrapalhou ao tentar reiniciar a partida com eficiência desde o fundo. Após uma grande confusão, nosso meio-campista central conseguiu até driblar o goleiro, mas, sobre a linha do gol, o autor do gol que recolocou o Piast na partida, Ariel Mosór, resolveu tudo.
A diferença de um gol permanecia. A equipe de Gliwice atacava com dedicação, chegando até a avançar seu goleiro para o ataque. Isso, porém, não adiantou, e, após 4 minutos de acréscimo, o árbitro apontou para o centro do campo, encerrando a partida.
ESTAMOS NA FINAL!!!
Wisła Kraków - Piast Gliwice 2:1 (2:0)
★ 1:0 Sobczak 1’
★ 2:0 Alfaro 37’
★ 1:2 Mosór 54’
Wisła: Raton - Jaroch, Uryga, Colley, Szot - Duda, Carbo - Villar (69’ Baena), Goku (58’ Bregu), Alfaro (90’+1’ Kutwa) – Sobczak (90’+1’ Żyro)
Piast : Plach - Pyrka, Mosór, Czerwiński, Huk (46’ Mokwa) - Dziczek, Tomasiewicz (46’ Szczepański) - Kądzior (59’ Krykun), Kostadinov, Ameyaw - Piasecki (77’ Wilczek)
Árbitro: Bartosz Frankowski (Toruń)
Cartões amarelos: Colley, Bregu, Carbo - Czerwiński, Kostadinov
Público: 33 000
Estamos na final! Wisła - Piast 2:1